Entenda o que levou delegado-geral de SC a ter conduta apurada no caso do cão Orelha

  • 11/02/2026
(Foto: Reprodução)
Ministério Público vai apurar atuação do delegado-geral no caso da morte do cão Orelha O delegado-geral de Santa Catarina, Ulisses Gabriel, tornou-se alvo de um procedimento preparatório do Ministério Público do Estado (MPSC) para a apurar a conduta do chefe da Polícia Civil na investigação sobre os maus-tratos ao cão comunitário Orelha, morto em janeiro. A ação ocorre a partir do recebimento de várias representações contra o delegado-geral. A abertura do procedimento foi confirmada pelo MP na terça-feira (10). Conforme a 40ª Promotoria de Justiça, responsável pela apuração, o objetivo é apurar eventuais ações penais e de improbidade administrativa por condutas ditas ilegais atribuídas ao chefe da polícia. ✅Clique e siga o canal do g1 SC no WhatsApp Conduta do delegado-geral no caso do cão Orelha será apurada Em nota, Ulisses Gabriel disse não ter sido notificado sobre a instauração do procedimento. Disse estar tranquilo e confiante na atuação do MPSC e que não tem como “responder por abuso de autoridade, muito menos por violação de sigilo funcional, pois não sou e nunca fui responsável pela investigação” (íntegra no fim do texto). O que o MPSC apura sobre o delegado-geral Ulisses Gabriel? Conforme a promotoria, o objetivo do procedimento é apurar se o delegado-geral, na condução e coordenação das investigações do caso, teria ou não cometido as seguintes condutas: Crime de abuso de autoridade (art. 38 da Lei de Abuso de Autoridade): antecipar o responsável pelas investigações, por meio de comunicação, inclusive rede social, atribuição de culpa, antes de concluídas as apurações e formalizada a acusação; Crime de violação de sigilo funcional (art. 325 do Código Penal): quebra de sigilo do inquérito e de vazamento de informação; Ato de improbidade administrativa (art. 11 da Lei de Improbidade): revelar fato ou circunstância de que tem ciência em razão das atribuições e que deva permanecer em segredo, propiciando beneficiamento por informação privilegiada ou colocando em risco a segurança da sociedade e do Estado. Além disso, deverá ser investigado também o que estabelece a Lei n.º 8.429/92, com as alterações da Lei n.º 14.230/21, e que passou a prever como ato de improbidade administrativa a utilização da publicidade oficial para promoção pessoal. Conforme o MP, o ato ocorre quando o agente usa das redes sociais pessoais para exibir-se como protagonista de iniciativas públicas, com linguagem elogiosa, frequência reiterada e abordagem personalizada. MPSC pede exumação do corpo do cão Orelha para perícia Ulisses Gabriel, delegado-geral da Polícia Civil de Santa Catarina Ricardo Wolffenbuttel/Secom-SC MPSC apontou lacuna nas investigações do caso A apuração da atuação do delegado ocorre após o MP apontar lacunas na conclusão do inquérito sobre a morte do animal e solicitar novas diligências do caso. Na segunda (9), o órgão deu prazo de 20 dias para a Polícia Civil refazer depoimentos e complementar o inquérito. Na terça-feira (10), solicitou à Justiça a exumação do corpo do animal. O que se sabe sobre as agressões ao cão MP pede exumação do corpo do cão comunitário para perícia Como morreu o cão Orelha? Orelha foi agredido em 4 de janeiro e morreu no dia seguinte após ser resgatado por populares, segundo a Polícia Civil. O animal era um cão comunitário que ficava na Praia Brava e recebia cuidados de vários moradores. Orelha morreu após ser levado a uma clínica veterinária, em 5 de janeiro. Conforme os laudos da Polícia Científica, ele sofreu uma pancada contundente na cabeça. O que disse o delegado Ulisses Gabriel? Não fui notificado sobre a instauração do procedimento preparatório. Mas pelo que entendi a instauração decorre de supostas falas na coletiva da imprensa do dia 27/01. Estou absolutamente tranquilo e confio na atuação do Ministério Público. Não tenho como responder por abuso de autoridade, muito menos por violação de sigilo funcional, pois não sou e nunca fui responsável pela investigação. E as informações que recebi e declarei em coletiva não eram sigilosas, mas de conhecimento público. Todas as entrevistas nunca citaram nomes ou apresentaram fotos ou vídeos que identificam os investigados, sendo que o inquérito policial que apurou a possível coação no curso do processo era público. Estou à disposição do Ministério Público para esclarecer o que for perguntado. Saliento que há informações de dezenas de representações no MP em contexto apresentadas por movimentos políticos e motivações escusas ideológicas contra a PC e SC. VÍDEOS: mais assistidos do g1 SC nos últimos 7 dias d

FONTE: https://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/2026/02/11/entenda-delegado-geral-de-sc-conduta-apurada-caso-cao-orelha.ghtml


#Compartilhe

Aplicativos


Locutor no Ar

Peça Sua Música

Top 10

top1
1. Deus Proverá

Gabriela Gomes

top2
2. Algo Novo

Kemuel, Lukas Agustinho

top3
3. Aquieta Minh'alma

Ministério Zoe

top4
4. A Casa É Sua

Casa Worship

top5
5. Ninguém explica Deus

Preto No Branco

top6
6. Deus de Promessas

Davi Sacer

top7
7. Caminho no Deserto

Soraya Moraes

top8
8.

Midian Lima

top9
9. Lugar Secreto

Gabriela Rocha

top10
10. A Vitória Chegou

Aurelina Dourado


Anunciantes